sábado, 21 de março de 2026

Nome que se torna vida


Havia um povo que não apenas frequentava, mas pertencia — como raízes que não escolhem o solo, mas se entregam a ele em silêncio e verdade.

Eram fiéis, não por obrigação ou aparência, mas porque dentro deles ardia uma chama que não se apaga com o vento do mundo.

Chamavam-se cristãos, não como título vazio, mas como quem veste o próprio coração com o nome que carrega esperança e cruz.

Tomavam sobre si esse nome com alegria, como quem encontra sentido no peso, como quem entende que seguir é também morrer para si e nascer de novo.

E assim viviam, não apenas dizendo, mas sendo — testemunhas de um Cristo prometido, presente em cada gesto de amor que não recua.

Cf. Al 46,15